Para a CBB (Confederação Brasileira de Basquete), Hortência é diretora de relações institucionais da entidade. Mas, para a ex-jogadora, sua participação na gestão da confederação acabou há mais de um mês.Apesar de oficialmente ainda constar no quadro de diretores da gestão Carlos Nunes, Hortência afirma que não aceitou sua mudança da diretoria de seleções femininas para a diretoria de relações institucionais.
"Eu nunca aceitei aquele cargo. No dia em que eles falaram que eu não seria mais a diretora de seleções, eu recusei. Eles deram a notícia de que eu era a diretora de relações institucionais, mas por conta deles", diz Hortência.A polêmica começou depois da reeleição de Carlos Nunes para a presidência da confederação, no início de março. Após tomar posse do novo mandato, o presidente resolveu realizar mudanças na sua diretoria e nomeou o ex-jogador Vanderlei Mazzuchini como novo Diretor Técnico da confederação, acumulando os cargos de diretor das seleções masculinas e femininas.
Antigo nome forte das seleções femininas, Hortência acabou sendo trocada de função."Só continuaria se meu cargo fosse de diretora de seleções. Que é o que eu sei fazer. Mesmo eu falando que não queria, eles me oficializaram no cargo", conta.Logo após ter sido retirada do antigo cargo, Hortência diz ter se desligado da entidade e nunca mais trabalhado para a confederação. "Entreguei telefone, entreguei e-mail, entreguei tudo".
Segundo a CBB, Hortência nunca pediu oficialmente seu desligamento do cargo e, por isso, permanece como diretora de relações institucionais.

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