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Após quase 7 anos do dos Jogos Pan-Americanos de 2007 aqui no Brasil, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz do PT, acabou sendo absolvido das suspeitas de superfaturamento no aluguel da vila que hospedou os atletas.
Agnelo era o ministro do Esporte quando ele autorizou R$ 25 milhões de reais a construtora responsável pela vila do Pan. Segundo o Ministério Público Federal no Rio, a Caixa Econômica Federal avaliou em R$ 15,4 milhões o valor de mercado e acusou Agnelo e outros réus de improbidade administrativa.
Ainda não houve decisão final da justiça sobre o caso, mas a sétima turma especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região determinou a retirada do petista da ação, tanto é que a decisão do dia 19 de fevereiro foi unânime.
De acordo com o desembargador federal do caso, José Antônio Neiva, relator do processo, a participação de Agnelo foi apenas para assinar um contrato que era prerrogativa do ministro do Esporte, e, por isso, não houve culpa em eventuais problemas no aluguel da vila que sejam apurados.
A decisão apontou ainda que o Ministério Público, ao oferecer a ação, não conseguiu especificar qual teria sido a participação de Agnelo Queiroz no suposto prejuízo.
Outro ponto que também foi levantado na decisão é que o TCU (Tribunal de Contas da União) quando apontou o superfaturamento, já tinha inocentado Agnelo do caso.
Segundo o TCU, os R$ 25 milhões foram aplicados pela própria construtora na construção da Vila. Findo o aluguel, os imóveis foram vendidos.
Fonte: www.1folha.uol.com.br
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