O país que já foi considerado a maior força no vôlei
feminino, na década de 90, se tornando o principal rival brasileiro, enfrenta
problemas na estruturação atual do esporte. Atualmente, a seleção de Cuba pouco
se destaca nas competições internacionais. Nos Jogos Olímpicos de Londres, se
quer se classificaram.
Mas muito dessa crise na modalidade se deve também à
postura que o governo tem diante de jogadoras que vão jogar fora do seu país,
como é o caso da jogadora do Osasco, Keni Carcaces. A política esportiva do pais
impede que a jogadora possa defender sua seleção por ter saído de lá.
(Foto: João Pires/Fotojump)
“Gostaria muito de jogar as
Olimpíadas de 2016. Muitas jogadoras que estão fora do país queriam defender
Cuba”, disse
Carcaces.
Carcaces defendeu a seleção cubana por cinco anos, estamos
na equipe que venceu o Brasil nos Jogos Pan-americanos Rio 2007. Após o evento,
a jogadora resolveu aceitar convites para jogar fora do país. Antes do Brasil,
jogou em equipes do Japão e Suíça.
“Não falo de política. O que
eu queria mesmo era defender a seleção de Cuba nas Olimpíadas”, relata a jogadora, sem querer dizer
muito sobre o caso. Segundo as leis do
seu país, ela só poderia voltar a jogar caso ficasse dois anos sem jogar no
exterior.
Foto: globoesporte.globo.com

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