Felipe França, o maior ganhador de medalhas de ouro do Mundial em
piscina curta, em Doha, no Qatar, desembarcou na noite da última terça-feira (09/12), em São Paulo, com todos os prêmios à mão: ele brincou que
não pagou excesso de bagagem porque não despachou as cinco medalhas.
Quando parou no saguão do Aeroporto de Guarulhos, após cerca de 14 horas
de vôo, foi festejado por curiosos que quiseram ver as medalhas. Parte
delas estava no pescoço. As outras, no bolso:
- Não paguei excesso de bagagem porque trouxe comigo, na mão. Guardei
no bolso uma parte delas porque o pessoal pega no voo, quer ver, e
tenho medo que suma - brincou o campeão, que esse ano passou a treinar
no Corinthians, em piscina longa.
França afirmou que desde o final do ano passado se preparou para
Doha, passando pelo Pan Pacífico, onde também foi medalhista. E que
mesmo esse Mundial, disputado em piscina de 25 metros, pode ser
parâmetro para os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.
- Mesmo lá do outro lado do mundo, na Austrália (Pan Pacífico), eu
pensava em Doha, no Qatar. Mesmo sendo em piscina curta. Volto ao Brasil
com 100% de aproveitamento - comemorou o nadador.
- As piscinas são diferentes, no Mundial era curta e nas Olimpíadas
será longa. Mas os adversários são os mesmos. Conquistei essas medalhas
em cima de rivais que estarão em Kazan (Mundial de 2015, em piscina
longa) e também no Rio. Estar ao lado deles já dá para saber como será
no futuro. Foi uma prévia.

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