O ginasta brasileiro Diego Hypolito passou
por um ano difícil em 2014, após enfrentar a depressão, que acarretou no
desanimo pelo esporte e pela melhoria no desempenho.
A mudança veio no Mundial em Nanning,
quando Diego conquistou a medalha de Bronze no Solo. O atleta até então estava
sem destaque na Seleção Brasileira, e tal conquista fez com que sua força e
garra voltasse.
Hypolito sobre seu novo plano de inovar
ainda mais com treinos de salto ainda inéditos, e com a volta do ‘Hypolito 2’,
buscando sempre se superar.
(Foto: Ricardo Bufolin)
“Não vou mudar tanto a estrutura da série e
quero voltar a ter um diferencial. Gostei muito de ser aplaudido no Mundial.
Aquilo me deu confiança. Fui muito bem falado por ter voltado a apresentar uma
ginástica clássica. Neste ano quero acertar minha série, ter uma execução
melhor, colocar um dos saltos que marcaram meu nome e mostrar um novo. Eles não
interferem um no outro. Meu diferencial sempre foram as surpresas que
apresentava. Ninguém nunca sabia a série que eu ia fazer. No Mundial ninguém
esperava que eu, com 28 anos, fosse fazer a série mais difícil da minha
carreira. Acho que na Copa do Mundo de São Paulo (em maio), quem sabe, já
poderei colocar o Hypolito 2”, disse o ginasta.
E há também, a precaução sobre lesões, já
que Diego tem um histórico de cirurgias e acidentes. “Eu treino cinco horas por
dia, mas sem exagerar. Procuro errar menos para não ter que repetir tantas
vezes, o que também ajuda na minha confiança. Não posso me lesionar tanto. Em
sete anos operei sete vezes. Cada cirurgia levava uns seis meses de
reabilitação, então fiquei uns três anos e meio sem treinar”, comentou.
Fonte: globoesporte.globo.com

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