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| Getty Images |
O Wushu vai tentar novamente a entrada nos Jogos Olímpicos, e o trunfo da vez é usar o crescimento do esporte na África e nas Américas para dar combustível à candidatura, que perdeu para a Luta Olímpica a disputa para entrar no programa de Tóquio 2020.
"Nós tentaremos novamente entrar nos Jogos Olímpicos", disse o vice-presidente executivo da Federação Internacional de Wushu (IWUF) Anthony Goh ao jornal indonésio Jakarta Post, na sexta-feira.
Goh também declarou que a arte marcial chinesa já faz parte do calendário regular de eventos multiesportivos como os Jogos Asiáticos e os Jogos Sul-Asiáticos, e a partir das próximas edições dos Jogos Africanos e dos Jogos Pan-Americanos (em Lima 2019) o esporte estará presente, o que seria um bom argumento para conseguir convencer o Comitê Olímpico Internacional (COI) a incluir o esporte no programa olímpico.
"Precisamos desenvolver em regiões onde o Wushu é menos desenvolvido. Temos de aparecer frequentemente em jogos multi-internacionais, como os Jogos Africanos e os Jogos Pan-Americanos", fechou Goh.
O Wushu tem ainda chances de entrar ainda em Tóquio 2020. Cabe à organização do evento fazer o requisito ao COI, que ficaria responsável por fazer o corte.
Três outros esportes também sonham com a nova vaga: Baseball/Softball (unificados recentemente), um dos esportes favoritos dos japoneses; Bilhar, que é popular na Europa; e o Karatê, arte marcial milenar também bastante praticado na Ásia.
O vice-presidente do COI, John Coates disse no mês passado que a decisão sobre qual ou quais esportes devem ser pré-selecionados sairá antes do Rio 2016.
Reuters

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