Mauro Vinícius da Silva, o Duda, vem treinando mais elementos técnicos
do salto em distância e procurando chegar à forma física ideal para o
Mundial de Pequim (de 22 a 30 de agosto), que segundo ele será “um teste
de fogo” antes dos Jogos Olímpicos.
Com o ano “cheio de eventos grandes”, Duda terá mais oportunidades de
melhorar sua marca no salto em distância, que é de 8,31m, entrando forte
na busca de pontos para o ranking mundial de sua prova. “Também é bom
como preparação psicológica, porque são diversos tipos de situações.”
O saltador ainda não ultrapassou sua melhor marca neste ano – o que tem como objetivo. “Mas o xis da questão é manter a regularidade. Quem estiver saltando 8,25m, 8,30m, 8,35m será medalhista em tudo, porque a média de todo mundo está abaixo disso. No Mundial de Moscou 2013, ao ar livre, o russo [Aleksandar Menkov] foi ouro com 8,56m; o segundo fez 8,29m; o terceiro, 8,27m; o quarto, 8,25m. Fiquei em quinto, com 8,24m... A três centímetros da medalha de bronze”, diz o atleta, treinado pelo técnico Aristides Junqueira, o Tide.
Bicampeão mundial em pista coberta (saltou 8,28m em Istanbul 2012, na Turquia, e repetiu a marca em Sopot 2014, na Polônia), Duda observa: “Parece que para alguns é mais difícil saltar em pista coberta.”
No Mundial 2013, ao ar livre, o mexicano Luís Rivera foi bronze, mas terminou apenas em sétimo lugar, com 7,93m, no Mundial em pista fechada de 2014. Nesse Mundial, o russo Menkov ficou em quinto, com 8,08m, depois de ter sido o campeão no Mundial ao ar livre. “Assim, vamos continuar trabalhando, porque medalha não é impossível”, afirmou Duda.
Foto: Agência Luz
O saltador ainda não ultrapassou sua melhor marca neste ano – o que tem como objetivo. “Mas o xis da questão é manter a regularidade. Quem estiver saltando 8,25m, 8,30m, 8,35m será medalhista em tudo, porque a média de todo mundo está abaixo disso. No Mundial de Moscou 2013, ao ar livre, o russo [Aleksandar Menkov] foi ouro com 8,56m; o segundo fez 8,29m; o terceiro, 8,27m; o quarto, 8,25m. Fiquei em quinto, com 8,24m... A três centímetros da medalha de bronze”, diz o atleta, treinado pelo técnico Aristides Junqueira, o Tide.
Bicampeão mundial em pista coberta (saltou 8,28m em Istanbul 2012, na Turquia, e repetiu a marca em Sopot 2014, na Polônia), Duda observa: “Parece que para alguns é mais difícil saltar em pista coberta.”
No Mundial 2013, ao ar livre, o mexicano Luís Rivera foi bronze, mas terminou apenas em sétimo lugar, com 7,93m, no Mundial em pista fechada de 2014. Nesse Mundial, o russo Menkov ficou em quinto, com 8,08m, depois de ter sido o campeão no Mundial ao ar livre. “Assim, vamos continuar trabalhando, porque medalha não é impossível”, afirmou Duda.
Foto: Agência Luz

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