As fases preliminares do Polo Aquático nos Jogos Olímpicos do Rio 2016 não devem mais ser realizadas no Parque Aquático Júlio Delamare. A informação é do secretário-chefe estadual da Casa Civil, Leonardo Espíndola, que afirmou nesta quarta-feira que nem o Estado nem Concessionária Maracanã estão dispostos a pagar os custos de adequação do local, estimado em R$ 60 milhões.
Segundo Espíndola, as chances do Júlio Delamare ser excluído dos Jogos é grande, e já é estudada a transferência dos jogos do polo aquático para Deodoro ou para a Barra, no Maria Lenk.
As obras de adequação do Parque Aquático Júlio Delamare, na região do Maracanã, dobrariam de valor em relação às obras necessárias para atender apenas à população. Logo, de acordo com o secretário, não faria sentido um investimento tão alto para receber apenas a fase preliminar do polo aquático nas Olimpíadas.

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