A defesa do goleiro de Polo Aquático da seleção do Brasil, Thye Mattos, vai pedir ajuda ao Itamarati no caso de abuso sexual que envolve o atleta, acontecido em Toronto (CAN), durante os Jogos Pan-Americanos.
Ela quer que a diplomacia interceda pelo atleta, usando o corpo diplomático presente em Toronto, e pressione as autoridades do Canadá para que sejam liberadas as informações que constam no inquerito aberto contra Thye.
O atleta ainda não foi convocado para depor, mas o advogado da CBDA, Marcelo Franklin, alega que está sofrendo cerceamento de defesa.
Ao jornal "O Globo", "Marcelo disse que: Ele até agora não foi chamado a depor. Quando denunciaram o caso, ele já
havia saído do Canadá há dias, todos sabiam. Pediram a prisão,
divulgaram cartazes de "foragido", imagem que rodou o mundo. E sequer
sabemos do que está sendo acusados, se há provas. É um dano gigantesco, e
sem direito de se defender."
Segundo a policia canadense, Thye e um homem, que também seria da seleção de Polo Aquático, teriam entrado na casa de uma jovem de 22 anos, na manhã de 16 de julho, e teriam abusado sexualmente dela. Quando ainda estava Rússia, confessou à Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) ter se relacionado com a jovem, mas afirmou ser inocente e que a relação teria sido consensual. Ainda na sexta-feira (24), O jogador retornou ao Brasil.
Caso condenado, Thye pode pegar até 15 anos de prisão.
Com informações de: O Globo

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