A principal intervenção a ser feita na Marina da Glória para os Jogos
Olímpicos e Paralímpicos de 2016, que acontecerão no Rio de Janeiro já foram iniciados. A
implantação da galeria de cintura, tubulação para captar efluentes
lançados em galerias de águas pluviais, visa livrar a raia de competição
do lançamento clandestino nas águas da Baía de Guanabara e reduzir a poluição no local.
A Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) do Rio de Janeiro deu
início às obras utilizando um equipamento chamado “tatuzinho”,
semelhante aos utilizados nas obras do metrô, mas em menor escala.
“A tubulação percorrerá cerca de um quilômetro. A galeria de cintura
captará todos os efluentes lançados nas galerias de águas pluviais,
inclusive possíveis efluentes lançados por ligações clandestinas,
encaminhando-os para a rede coleta da Cedae”, afirmou Jorge Briard,
presidente da Companhia.
Com a conclusão dos serviços, eventuais lançamentos clandestinos de
esgotos nas galerias de águas pluviais serão direcionados à nova
elevatória da Marina da Glória, que terá capacidade para bombear até 450
litros por segundo para o interceptor oceânico e depois para o
emissário submarino de Ipanema.
Foto: André Gomes de Melo

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