Em referencia ao Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, o Comitê Olímpico Internacional (COI) reforçou o poder da prática do esporte
como transformador de vidas e a união das diferenças através dos valores
olímpicos com uma campanha em que fala sobre Rafaela Silva.
"Praticar esporte sem qualquer tipo de discriminação é
um direito humano e um princípio fundamental do Movimento Olímpico",
resumiu Thomas Bach, presidente do COI.
Vítima de insultos racistas nas redes sociais após uma performance abaixo do esperado nos Jogos de Londres, a judoca campeã olímpica Rafaela Silva foi citada na nota do COI como uma história de inspiração sobre o poder do esporte no combate ao racismo.
Após a decepção em Londres, Rafaela chegou a desistir do judô, passou por um período de depressão, mas retornou aos tatames de forma triunfal. Conquisto o título mundial do peso Leve (57kg) em 2013, e consagrou-se no Rio com o ouro nos Jogos em casa, tornando-se a maior judoca brasileira de todos os tempos, única campeã olímpica e mundial.
Vítima de insultos racistas nas redes sociais após uma performance abaixo do esperado nos Jogos de Londres, a judoca campeã olímpica Rafaela Silva foi citada na nota do COI como uma história de inspiração sobre o poder do esporte no combate ao racismo.
Após a decepção em Londres, Rafaela chegou a desistir do judô, passou por um período de depressão, mas retornou aos tatames de forma triunfal. Conquisto o título mundial do peso Leve (57kg) em 2013, e consagrou-se no Rio com o ouro nos Jogos em casa, tornando-se a maior judoca brasileira de todos os tempos, única campeã olímpica e mundial.
Foto: Gazeta do Povo

0 Comentários