A queniana Ruth Chepngetich ficou no último domingo (9) a meros 14 segundos de entrar para a história do atletismo mundial, ao vencer a Maratona de Chicago (USA) em 2:14:18, um tempo que representa o segundo mais rápido da história, apenas atrás dos 2:14.04 feitos pela compatriota Brigid Kosgei em 2019, também neste percurso de Chicago.
A atleta de 28 anos chegou a andar numa fase inicial num ritmo para uma maratona estrondosa, passou a meia maratona em 1:05:44, para 2:11:28 de tempo previsto -, mas na fase final acabou por quebrar e perder segundos preciosos que lhe tiraram o lugar no topo. Ainda assim, a campeã mundial em '2019 venceu a prova, defendendo o título, já que em 2021 também tinha ganho a prova, com o tempo de 2:22:31.
Para lá do incrível tempo da vencedora, também a segunda colocada fez história, já que a estadunidense Emily Sisson conseguiu um novo recorde do país, ao correr em 2:18.29 - o anterior máximo era de Keira D'Amato, com 2:19.12. Fechou o pódio a queniana Vivian Jerono Kiplagat, com 2:20.52.
Quanto à prova masculina, Benson Kipruto venceu e melhorou a sua marca pessoal, que passa de 2:05.13 para 2:04.24, mas fica muito longe dos mais rápidos de sempre na disciplina. Fecharam o pódio o etíope Seifu Tura Abdiwak (2:04.49) e o queniano John Korir (2:05.01).
Foto: AFP

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