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| Foto: Lucas Figueiredo/CBF |
A grande expectativa do Grupo G da Copa do Mundo FIFA 2022 é saber como será o desempenho da nossa seleção rumo ao hexacampeonato. Sérvia, Suíça e Camarões serão os primeiros desafios do Brasil; mas, um deles com certeza não estará no torneio olímpico de futebol, a Sérvia.
A ex-república iugoslava não conseguiu classificação para a fase final do pré-olímpico da Europa, e já está fora de Paris. Certamente, um dos maiores desfalques do futuro torneio olímpico, uma vez que o país conta com treze participações nos Jogos, considerando as fases que competiu como Iugoslávia e Sérvia e Montenegro.
Brasil
Com catorze participações no torneio olímpico de futebol, o Brasil é o segundo colocado no ranking, apenas atrás da Itália. Desde os Jogos de Helsinque 1952, a seleção canarinho vêm conquistando o seu espaço em edições olímpicas, e, apesar de algumas oscilações e campanhas muito aquém para o futebol brasileiro, já são duas medalhas de bronze, três de prata, e o bicampeonato olímpico conquistado na última edição.
Caso o Brasil se classifique para os próximos Jogos Olímpicos, o futuro técnico da seleção poderá contar com dois atletas desta Copa do Mundo, Gabriel Martinelli e Rodrygo. O craque do Arsenal, da Inglaterra, será o jogador brasileiro mais jovem desta Copa. Revelado pelo Ituano, Martinelli, chegou a ser atleta da base do Corinthians, e um dos principais nomes da época em que esteve por lá. Ao todo, ele marcou 79 gols em 139 jogos, antes de se mudar para a cidade de Itu, e abandonar o clube paulista.
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| Gabriel Martinelli pelo Arsenal/Foto: IAN KINGTON / AFP |
A partir daí a sua ascensão foi meteórica. Ele se destacou rapidamente na sua primeira temporada pelo Ituano, e chamou a atenção do clube inglês, que o contratou por cerca de sete milhões de euros. Ainda na sua primeira temporada em território inglês, Gabriel, chegou a ser artilheiro dos Gunners, na Liga Europa; e, até o momento, já foram 23 gols marcados pelo atacante brasileiro. Vale destacar que ele esteve no time bicampeão olímpico em Tóquio.
Quem também passou por uma ascensão acelerada na carreira, foi o atacante do Real Madrid, Rodrygo Goes. O jogador brasileiro é mais um da longa lista de revelações dos Meninos da Vila, como são conhecidos os jogadores das categorias de base do Santos; e o único clube em que ele atuou no Brasil.
Rodrygo sempre chamou a atenção enquanto esteve na base do clube da baixada santista. Ele começou a sua carreira em 2011, mas foi só em 2017, aos 16 anos, que disputou pela primeira vez uma partida pelo elenco profissional, em um jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, contra o Atlético Mineiro, na Vila Belmiro.
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| Rodrygo pelo Real Madrid/Reprodução:Twitter Sofascore Brazil |
Naturalmente, ele foi ganhando o seu espaço dentro do time profissional e, já no ano seguinte, ele seria peça fundamental no time do Santos, disputando 35 partidas pelo Campeonato Brasileiro, e marcando oito gols. Ainda em 2018, Rodrygo assinou um contrato com o Real Madrid, por cerca de 45 milhões de euros.
No clube espanhol, Rodrygo, trilhou o mesmo caminho que havia feito no Santos, e aos poucos foi crescendo e ganhando o seu espaço no elenco. Porém, o grande momento veio na última edição da Champions League, quando o brasileiro entrou aos 68 minutos de jogo, e com dois gols nos minutos finais, ajudou a levar o Real à final daquela edição e, eventualmente, se sagrar campeão.
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| Reprodução/esporte folha |
Suíça.
A terra famosa pelos queijos e chocolates, não possui tanta tradição assim quando se trata do torneio olímpico de futebol. Até os Jogos de Tóquio 2020, a seleção suíça só esteve presente em três edições. No entanto, o país europeu conta com uma medalha de prata conquistada, justamente, nos Jogos de Paris 1924, só sendo derrotada pela equipe do Uruguai.
No Catar, o selecionado suíço terá dois jogadores dentro do limite de idade olímpico, Ardon Jashari e Fabian Rieder. O volante Jashari teve um crescimento repentino dentro do elenco da Suíça. Ele foi convocado em março deste ano para o time sub21, e já em setembro fez a estreia pela seleção principal, em jogo válido pela Nations League, contra a República Tcheca.
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| Reprodução/www.20min.ch |
Ardon, tal como muitos de seus companheiros de seleção, possui descendência de outros países; no seu caso macedônico e albanês. Ele atua desde 2013 pelo Lucerna, da Suíça, e, até 2018, jogou pelas categorias de base do clube. No elenco profissional já foram 39 jogos com direito a dois gols e sete assistências.
Por outro lado, Fabian Rieder talvez seja a maior surpresa da lista suíça, uma vez que o meio-campista do Young Boys nunca atuou pelo elenco principal do seu país. Rieder nasceu na pequena comuna suíça de Koppigen. A sua carreira de jogador começou no time da cidade, o Koppiger, e teve uma longa passagem pelo Solothurn, antes de chegar ao seu clube atual.
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| Reprodução/www_fussballnetz_ch |
Fabian sempre se destacou nas categorias de base, sendo convocado para todas elas desde 2016, quando atuou pela primeira vez no sub15 suíço. Já pelo Young Boys, Rieder, atua no elenco principal desde 2020, com 94 jogos disputados, 8 gols, 18 assistências e um campeonato suíço conquistado.
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| Reprodução/ebc agência brasil |
Camarões
A seleção camaronesa tem um histórico pequeno no torneio olímpico de futebol, porém, de muito brilho. Foram apenas três participações até hoje, com uma conquista de ouro, em Sydney 2000. Quem teve a oportunidade de acompanhar aquele evento, com certeza se lembra da derrota da seleção brasileira para o país africano, nas quartas-de-final.
Para não termos outra surpresa em Jogos Olímpicos, é preciso estar de olho em dois jogadores da lista camaronesa para a Copa, Simon Ngapandouetnbu e Christopher Wooh. O terceiro goleiro da seleção de Camarões, Ngapandouetnbu, provavelmente será o nome mais complexo para os narradores nesta Copa.
Nascido na cidade de Foumban, no seu país natal; Simon se mudou para a França ainda muito jovem. A sua carreira como jogador se deu através da Academia de Jovens Talentos do Olympique de Marseille, aonde ele começou em 2011. Desde muito cedo ele vem se destacando, tanto que chegou a ser convocado pela seleção sub19 da França, para a disputa do campeonato europeu da categoria.
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| Reprodução/allezleslions.net |
Apesar de ainda não ter atuado pelo elenco principal de seu clube, em setembro deste ano, Simon, foi convocado para defender Camarões, em uma série de amistosos. E, agora, será o jogador camaronês mais novo desta Copa do Mundo.
Diferentemente de seu compatriota, Wooh, já conta com diversas atuações pela Ligue 2 (Segunda divisão francesa), Ligue 1 e até mesmo pela Liga Europa. Christopher nasceu na pequena cidade de Louvres, no norte da França; descendente de camaroneses, optou por atuar pela seleção africana, mesmo chegando a ser convocado para o sub17 da França, em uma ocasião.
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| Reprodução/www.sport.fr |









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