O Tribunal Arbitral do Esporte comunicou, nesta terça-feira (13), que ratificou o acordo de conceder uma segunda medalha de bronze e assim encerrar a disputa pelo terceiro lugar do Esqui Cross feminino nos Jogos Olímpicos de Inverno 2022, realizado em Pequim.
O acordo para a premiação chega após 10 meses da realização da prova - e após uma segunda mudança no resultado – em que Fanny Smith, da Suíça, e Daniela Maier, da Alemanha, tiveram garantido o direto de ambas receberem a medalha de bronze na modalidade.
Em uma primeira decisão, Smith havia sido rebaixada para o quarto lugar - e Maier ascendido ao bronze - após a corrida de 17 de fevereiro. Um júri da Federação Internacional de Esqui (FIS) culpou Smith por causar contato com outros esquiadores, no entanto, nove dias depois, Fanny Smith e a Federação suíça de esqui ganharam uma apelação e ela foi declarada a medalhista de bronze.
O comunicado do Tribunal Arbitral do Esporte ressalta que “Após uma conciliação entre todas as partes sob o amparo do CAS, a FIS concordou em ajustar o ranking daquele evento específico, colocando as duas atletas na 3ª posição e como consequência, o COI concordou em seguir o ranking da FIS neste caso e alocar as medalhas de acordo.”
A disputa não afetou a medalhista de ouro Sandra Naeslund, da Suécia, e a medalhista de prata, Marielle Thompson, do Canadá, ficando o pódio completo com as medalhas de bronze de Fanny Smith, da Suíça, e Daniela Maier, da Alemanha.

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