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Um ano após deportação, Djokovic retornará a competir na Austrália

Reprodução: Reuters/EFE/ots - Foto: AFP


Novak Djokovic retornará à Austrália para competir no Adelaide International em janeiro, um ano depois de ser deportado do país por não estar vacinado contra a Covid-19. O sérvio, que detém o recorde de nove títulos do Aberto da Austrália, também deve competir no primeiro Grand Slam do ano de 2023 depois que sua proibição de visto foi revogada.


O evento que terá início em 1º de janeiro contará com as presenças dos britânicos Andy Murray, Kyle Edmund e Jack Draper em Adelaide. Na sequência terá início o Aberto da Austrália, previsto para começar 15 dias depois, em Melbourne.


Djokovic, de 35 anos, venceu o ATP Finals, que encerrou a temporada 2022 e tentará conquistar o 22º título de Grand Slam da carreira, o que o deixaria empatado com o espanhol Rafael Nadal, que conquistou o título em Melbourne no início deste ano. O sérvio atualmente é o nº 5, e competirá contra outros três jogadores presentes no top 10 masculino em Adelaide, são eles Felix Auger-Aliassime, Daniil Medvedev e Andrey Rublev.


A disputa entre as mulheres também será forte, com a participação de tenistas top 10 do ranking mundial, como Ons Jabeur, Aryna Sabalenka, Daria Kasatkina e Veronika Kudermetova. Enquanto isso, a britânica Emma Raducanu iniciará sua temporada no Auckland Open, na Nova Zelândia, que começa em 2 de janeiro.


Novak Djokovic, foi deportado antes da realização do evento em 2022, depois que seu visto foi cancelado por causa de seu estado de vacinação contra COVID-19. Ele foi automaticamente proibido de entrar na Austrália por três anos, mas em novembro soube que receberia um visto para competir 2023.


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