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| Foto: Frank Fife/ AFP |
Estados Unidos e Países Baixos entram em campo pela Copa do Mundo Feminina de 2023 nesta quarta-feira (26) em um confronto decisivo pela classificação. Passados quatros anos desde a final da ultima copa em 2019, as seleções finalistas voltam a se encontrar em momentos diferentes e com diversas novidades.
As equipes chegam para essa partida de segunda rodada, após vencerem seus primeiros confrontos. A seleção estadunidense dominou o jogo contra o Vietnã e venceu por 3x0 sem grandes sustos, enquanto a seleção neerlandesa saiu vitoriosa do confronto contra Portugal por um placar magro de 1x0.
Quatro anos depois da final de 2019, a seleção dos Estados Unidos é uma clara candidata ao titulo. Embora o ciclo até a copa tenha sido turbulento e pouco empolgante, a equipe passou por um processo de renovação com a ascensão de novos talentos e a permanência de alguns pilares do ultimo titulo, mantendo-se em 1º no ranking da Fifa até o inicio do mundial. Diante disso, a equipe estadunidense aposta em nomes como Sophia Smith, atacante de 22 anos que atua pelas pontas sendo muito rápida e habilidosa capaz de realizar diversas jogadas de qualidade, e Alex Morgan de 34 anos, artilheira da ultima copa e considerada a grande esperança de gols da equipe.
Já a seleção dos Países Baixos chega bem diferente daquele time de quatro anos atrás. A equipe encontra-se atualmente em 9º no ranking da Fifa, com um futebol bem abaixo do esperado e lesões das principais jogadoras. A maior baixa da equipe, esta na ausência de uma das principais jogadoras do futebol mundial a atacante Vivianne Miedema que lesionou o joelho durante a temporada passada. Somado a isso, o baixo desempenho individual e coletivo também é algo que vem afetando a seleção neerlandesa. A atleta Lieke Martens, eleita melhor jogadora do mundo em 2017 e principal nome do vice-campeonato de 2019, vem convivendo com diversos problemas físicos e técnicos, estando bem abaixo de seu melhor momento.

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