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| Foto: World Parataekwondo |
A Seleção Brasileira de taekwondo paralímpico encerrou o ano com três medalhas no Grand Prix de Manchester, Inglaterra, última competição da temporada. Foram um ouro e dois bronzes.
A gaúcha Maria Eduarda Stumpf subiu ao lugar mais alto do pódio na categoria até 52 kg. Já a mineira Ana Carolina Moura (até 65 kg) e a paraibana Silvana Cardoso (até 57 kg) ficaram com o bronze. Na cerimônia de premiação dos melhores do ano, o coordenador técnico de taekwondo paralímpico da Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKd), Rodrigo Ferla, foi eleito o melhor treinador do mundo em 2023. Silvana foi homenageada como a melhor atleta.
Além disso, o Brasil terminou o ano com seis vagas, que pertencem ao país e não aos lutadores, garantidas para os Jogos Paralímpicos de Paris 2024, por meio do ranking mundial. Ainda haverá um Qualificatório Continental no próximo ano, pelo qual os lutadores brasileiros também poderão se classificar para o megaevento da capital francesa. As vagas conquistadas foram quatro femininas (até 52 kg, até 57 kg, 65 kg, acima de 65 kg) e duas masculinas ( até 58 kg e até 63 kg).
A participação no Grand Prix de Manchester aconteceu uma semana após a Seleção Brasileira disputar os Jogos Parapan-Americanos de Santiago, no Chile. Na competição continental, o Brasil foi o melhor país no taekwondo, com 16 medalhas: quatro ouros, três pratas e nove bronzes. Nas 17 modalidades que compuseram o programa do Parapan, a delegação brasileira subiu 343 vezes ao pódio: 156 ouros, 98 pratas e 89 bronzes. Essa foi a melhor campanha da história do evento.

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