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| Foto: Divulgação |
A temporada de 2024 termina com um saldo muito positivo para o Time Ajinomoto, equipe formada por atletas olímpicos e paralímpicos que faz parte do Projeto Vitória, iniciativa da Ajinomoto do Brasil para incentivar o esporte nacional. Em um ano cujo principal destaque no calendário esportivo foram as Olimpíadas e as Paralimpíadas de Paris, o Time Ajinomoto voltou a brilhar, como já havia acontecido em 2021, nos Jogos de Tóquio. Na capital francesa, os atletas apoiados pela empresa conquistaram quatro medalhas, sendo duas de ouro, uma de prata e outra de bronze.
Três desses pódios vieram graças ao desempenho dos atletas paralímpicos. Na edição em que o Brasil obteve o melhor resultado de sua história, ao ficar no top 5 do quadro final de medalhas, os integrantes do Time Ajinomoto faturaram duas medalhas de ouro. Uma delas por Petrúcio Ferreira, do atletismo, no dia 30 de agosto, ao vencer a prova dos 100 m classe T47 (deficiência em membros superiores). Com este resultado, Petrúcio assegurou o tricampeonato paralímpico na prova, repetindo os feitos dos Jogos Rio-2016 e Tóquio-2020.
Outra conquista significativa nos Jogos de Paris foi obtida por Alana Maldonado, do judô paralímpico. No dia 6 de setembro, ela entrou em ação para as disputas da categoria 70 kg J2 (atletas com deficiência visual, mas que conseguem definir imagens) e não deu a menor chance às rivais. Com a vitória, a atleta do Time Ajinomoto tornou-se a primeira mulher bicampeã paralímpica do Brasil no judô.
A terceira medalha dos atletas apoiados pela Ajinomoto do Brasil nos Jogos Paralímpicos também veio em 6 de setembro. Após ter seu ouro cassado nos Jogos de Tóquio por um recurso da China, Thiago Paulino, do arremesso de peso classe F57 (atletas que competem em cadeira de rodas) conquistou a medalha de prata.
E a outra medalha do Time Ajinomoto nos Jogos de Paris veio durante as Olimpíadas. No dia 3 de agosto, Rafael Silva, o Baby, uma das lendas do judô brasileiro, despediu-se em alto estilo da seleção brasileira ao ficar com o bronze na competição de equipe mista. Foi a terceira medalha olímpica do atleta, medalha de bronze individual nos pesos pesados (+ 100 kg) em Londres-2012 e Rio-2016.
Outros resultados relevantes
Não apenas de medalhas nos Jogos de Paris viveram os atletas do Time Ajinomoto em 2024. Ana Marcela Cunha, um dos maiores nomes da maratona aquática mundial e campeã olímpica de Tóquio-2020 na prova dos 10 km, por muito pouco não voltou a subir ao pódio em Paris, ao terminar na quarta colocação. No final da temporada, contudo, a nadadora baiana pôde festejar o heptacampeonato do Circuito Mundial de águas abertas, competição anual e uma das mais importantes do calendário da modalidade.
No tênis de mesa, Bruna Takahashi consolidou-se como o principal nome da modalidade no Brasil entre as mulheres, ao terminar mais uma temporada entre as 20 melhores do ranking mundial. Principal nome da nova geração do ciclismo mountain bike, o ciclista baiano Ulan Galinski finalizou 2024 sendo escolhido como o melhor nome da modalidade no ano no Prêmio Brasil Olímpico, organizado pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil). No tênis em cadeira de rodas, os Jogos de Paris reservaram um ótimo resultado: Gustavo Carneiro alcançou a fase de quartas de final, ao lado do parceiro Daniel Rodrigues, quando foram superados pelos franceses Frederic Cattaneo e Stephane Houdet.
“Os resultados obtidos pelo Time Ajinomoto em 2024 reforçaram o nosso compromisso com o incentivo ao esporte e à inclusão social, por meio do Programa ‘Alimentação para Vencer - Kachimeshi®’ que visa levar conhecimento sobre alimentação balanceada e educação nutricional para toda a população. Entendemos que a educação nutricional tem o poder de mudar vidas e estes incríveis atletas são os melhores embaixadores que poderíamos ter para enviar esta mensagem”, afirma Alessandra Tapi, gerente de Responsabilidade Social Corporativa da Ajinomoto do Brasil.

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